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3 de março de 2014

EcoBraz – Lixo Eletrônico


            A EcoBraz é uma ONG que aceita doações de lixo eletrônico e que faz a coleta diretamente na casa do contribuinte. Os serviços dessa empresa se estendem por toda a Grande São Paulo.
Após receber o produto, a empresa realiza a reciclagem do material. Os agendamentos de coleta são feitos on-line.
            Essa ONG também participa de uma promoção em que o usuário doador recebe pontos para trocar em produtos do site Cidade Viva.

28 de fevereiro de 2014

Dica de Aplicativo Android – EcoMoto


     O EcoMoto é um aplicativo para smartphones Android desenvolvido pela Motorola Mobility. O objetivo desse aplicativo é facilitar que o usuário encontre locais de descarte de material eletrônico em postos de coleta autorizados pela Motorola. O descarte pode ser de baterias, celulares e acessórios como carregadores, fones de ouvido e etc.

9 de janeiro de 2014

E-Reader e E-Book – Leitores de Livros Digitais

Algo que não pode faltar na vida de qualquer pessoa é a leitura, pois ler faz parte da vida de todas as pessoas que dominam a cultura letrada. E quando pensamos em leitura, para a maioria das pessoas a primeira coisa que vem à mente é o livro. Haja vista que ele foi peça importante do nosso desenvolvimento como humanidade.
Desde a primeira impressão, com o advento da imprensa moderna, a fabricação livros aumentou grandiosamente, sempre pelo método mais tradicional, por meio de papel e tinta. No entanto uma nova tecnologia pretende mudar esse cenário e em conjunto com isso ajudar na sustentabilidade: o leitor de livros digitais, em inglês o E-Reader (Electronic Book Reader) que serve para ler os livros digitais e os E-Books (Electronic Books). Estas novas tecnologias são a grande tendência do momento e já fazem sucesso nos Estados Unidos.
Muitas pessoas ao lerem livros digitais e PDFs no computador acabam reclamando de dores nos olhos. Isso acontece porque a luz dos monitores de computadores e tablets é produzida e incidida diretamente nos olhos do leitor. Isso não acontece com os livros comuns, pois a luz incide primeiro no livro e depois é refletida para olhos do leitor, assim cansando menos a visão da pessoa que está lendo. Para contornar esse problema surgiram os E-readers. O monitor deles é diferenciado, pois não são capazes de emitir luz. O sistema de impressão na tela é realizado com tinta e micro esferas rugosas que conseguem limpar e colorir a tela. Já os E-books, já mais conhecidos, ainda são monocromáticos (possuem apenas tinta preta) o que já é suficiente para a leitura de livros. Alguns deles já podem ser encontrados facilmente no Brasil, em livrarias e pela internet.
Indiretamente os E-readers acabam ajudando o meio-ambiente no sentido de que, eles poupam a derrubada de árvores para a fabricação de livros, além de ajudar a diminuir o consumo de tinta para a impressão dos mesmos. As baterias dos E-readers geralmente duram vários dias sem precisar de recarga (em torno de 20 e 30 dias), ou seja, eles são bastante eficientes energeticamente. Essa economia de energia é fantástica quando comparada à maioria dos produtos eletrônicos que são comercializados atualmente.

Portanto, o advento dessas novas tecnologias dentro da questão ambiental é importante para diminuir o consumo de papel e assim evitar o desmatamento. Todavia, precisamos refletir que somente consumir esses aparelhos não é sustentável, pois é necessário que o papel que já é produzido também reciclado. Devemos lembrar também que muitas das substâncias que existem nessas novas tecnologias, como na maior parte dos produtos eletrônicos, é bastante prejudicial ao meio ambiente, sendo assim o descarte desses produtos deve ser acompanhado pelo fabricante. Fato que não costuma ocorrer ainda com eficiência, nem ao menos nos países desenvolvidos.

André Vieira da Cunha


14 de setembro de 2013

Masdar City: seria essa a cidade sustentável do futuro?



  Masdar City é uma cidade planejada localizada no deserto dos Emirados Árabes Unidos próximo à capital Abu Dhabi. Mas o seu diferencial está na sua proposta. A pretensão do governo árabe era criar uma cidade funcional completamente neutra às emissões de carbono. Foi estabelecida em 2006 e sua construção terminará entre 2021 e 2025. É uma cidade que atrai principalmente estudantes e empresas, isso por causa de uma universidade sediada por lá que tem como principal objetivo o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis que serão implementadas principalmente na própria cidade.
 
Fonte da imagem: <http://www.arquitetonico.ufsc.br/masdar-a-cidade-verde>. Acessado em: 13/09/13
  Tendo em vista que é uma cidade construída em meio ao deserto, as fontes de energia à base de água são escassas, portanto, a cidade depende da sua grande quantidade de painéis solares e de torres eólicas com, aproximadamente, 45 metros, que além de produzirem energia elétrica, ajudam no resfriamento da cidade direcionando o ar para as ruas.
 
Fonte da imagem: <http://www.bustler.net/index.php/article/masdar_plaza_oasis_of_the_future/>. Acessado em: 13/09/13
  O transporte público é completamente elétrico e a água consumida na cidade vem principalmente do mar. A água do mar é dessalinizada por uma usina que funciona completamente à base de energia solar.

  Essa é uma cidade bem regrada. Diferente do padrão de vida que a maioria das pessoas levam no planeta, nessa cidade não será admitido o desperdício. Para garantir isso se faz necessário uma “polícia verde” que gerencia diretamente os gastos de energia dos moradores. Eles sabem quantas lâmpadas e aparelhos elétricos estão ligados em cada casa e caso as pessoas esbanjem da energia os operadores podem interromper o fornecimento de energia por tempo indeterminado. Pode ser bastante autoritário, mas para manter a cidade como essa sustentável é evidente a utilização de medidas como essa.
 
Fonte da imagem: <http://www.bustler.net/index.php/article/masdar_plaza_oasis_of_the_future/>. Acessado em: 13/09/13
  Sem dúvidas esse é um projeto audacioso e dispendioso economicamente, pois foram gastos mais de US$ 2 bilhões e os gastos só aumentam com o tempo. E com a conclusão do projeto, daqui a 10 anos aproximadamente, a cidade não será capaz de abrigar mais de 50mil pessoas como era o projeto inicial, mas sim em torno de 40 mil pessoas poderão viver na cidade.
 
Fonte da imagem: <http://www.conceptbook.org/masdar-city-la-citta-a-emissioni-zero-masdar-city-the-zero-emissions-city/>. Acessado em: 13/09/13
  Portanto, isso mostra que o desenvolvimento de fontes de energias sustentáveis ainda está longe de fazer parte do cotidiano das pessoas, pois mesmo com um governo que incentiva bastante a sustentabilidade e que possui dinheiro para isso, ainda assim não é possível abranger a população de uma grande cidade com alguns milhões de habitantes, e continua na sendo possível transferir isso para a nossa realidade, em que o governo brasileiro não produz e nem ao menos incentiva as iniciativas em sustentabilidade, pois as principais instituições focadas no desenvolvimento sustentável são as empresas e instituições filantrópicas. O ambientalismo ainda está longe de ser realidade no Brasil.
 
Fonte da imagem: <http://www.treehugger.com/sustainable-product-design/ecocities-of-tomorrow-masdar-city-to-build-positive-energy-building.html>. Acessado em: 13/09/13
TECMUNDO. Disponível em: <http://www.tecmundo.com.br/futuro/9871-masdar-city-bem-vindo-a-cidade-do-futuro.htm>.  Acessado em: 11 de set. de 2013, às 13h46.


SITE OFICIAL DE MASDAR CITY. Disponível em: <http://masdarcity.ae/en/>. Acessado em: 11 de set. de 2013.

 André Vieira da Cunha

13 de setembro de 2013

Ocean Cleanup Array



  O projeto “Ocean Cleanup Array” foi idealizado por Boyan Slat, um rapaz neerlandês, estudante de engenharia de 19 anos. O projeto é voltado para a limpeza de resíduos flutuantes nos mares, que são objetos poluidores extremamente conhecidos. Apesar de estar em fase inicial do desenvolvimento do projeto, ele já possui muitas promessas interessantes.

  Já que a maior parte do resíduo flutuante é de origem do petróleo, é possível utiliza-lo para a reciclagem e assim torná-lo uma fonte de renda, que seria muito melhor do que organizar uma equipe de “pesca” desse material.

Fonte da imagem: <http://www.boyanslat.com/plastic5/>. Acessado em: 13/09/2013

  Por esse equipamento dispensar trabalho humano ativo e barcos que levariam essas pessoas até as ilhas de lixo marítimo, esse projeto também se mostra ecologicamente viável, pois não geraria poluentes, já que seu funcionamento seria à base de movimento dos oceanos (o próprio movimento das águas levaria o lixo para o grande maquinário que o armazenaria) e a pouca energia utilizada seria de origem solar.
 
Fonte da imagem: <http://www.boyanslat.com/plastic5/>. Acessado em: 13/09/2013

  O equipamento também não traria prejuízos para a fauna marítima, pois os resíduos nunca saem da água até o recolhimento e a equipe que cuida disso então devolveria os animais para o ambiente assim que fossem identificados.
 
Fonte da imagem: <http://www.boyanslat.com/plastic5/>. Acessado em: 13/09/2013

  Atualmente, Boyan busca patrocínio para viabilizar a obra, e que provavelmente virá de ONGs e principalmente de governos engajados nas questões ambientais. O projeto já conta com mais de 50 pessoas que participam de seu desenvolvimento.

Dados obtidos em: <http://www.boyanslat.com/plastic5/>. Acessado em: 05 de jul. de 2013, às 13h43, e <http://www.tecmundo.com.br/ecologico-/40412-estudante-de-19-anos-encontra-a-solucao-para-a-limpeza-dos-oceanos.htm>. Acessado em: 05 de jul de 2013, às 13h49.

Facebook Oficial do Projeto: https://www.facebook.com/TheOceanCleanup


 
André Vieira da Cunha

3 de junho de 2013

Padrão em manchas de uma cobra pode ajudar no desenvolvimento de painéis solares

            Um grupo de cientistas conseguiu identificar uma nanoestrutura nas escamas de uma cobra africana. Eles acreditam que essas estruturas ajudam a cobra a absorver melhor a luz solar e preservar calor, já que as serpentes são animais poiquilotérmicos, ou seja, são animais de “sangue-frio”, e isso faz com que a capacidade de absorver calor seja extremamente bem-vinda para ela.
Fonte da imagem: <http://commons.wikimedia.org/wiki/File:GaboonViper2.jpg>.

            Além disso, outra característica de suas escamas seria o tom de preto que ela possui, cuja característica seria, para os cientistas, uma maneira melhor de absorver os raios solares, principalmente a luz.
Fonte da imagem: <http://elblogverde.com/paneles-solares/>

            Todas essas qualidades reunidas poderiam ajudar no desenvolvimento de placas fotovoltaicas mais eficientes- o que ocorreria caso esses pesquisadores conseguissem reproduzir essas caraterísticas das escamas da cobra - pois as placas fotovoltaicas são transdutores de energia. Elas conseguem, com a ajuda de alguns sistemas, transformar o calor dos raios solares em energia elétrica. Portanto, encontrar maneiras mais eficientes de produzir energia limpa (não poluente) e renovável é extremamente importante para os dias atuais.





André da Cunha

25 de maio de 2013

Biogas Plant in Finland


On March 11, 2013, there was the inauguration of the largest biomass power plant in the world, Finland.
This plant uses the rest of trees to produce energy. So the industry uses less coal - which is a non-renewable fuel - and uses biomass that is renewable.

The exchange for a renewable fuel is a much better alternative, because with the growth of plants that are used as fuel for the capture of carbon dioxide (CO2), it influences the reduction of greenhouse gases that contribute to global warming.


It demonstrates that the developing countries, especially Europeans, are seeking sustainable alternatives more

efficient and diligent than in developing countries like Brazil, China and Russia. These countries are
accommodated with their current energy situation. And most contradictory of all is that increasingly the

government of
Brazil invests in extracting oil from the pre-salt to export and sell Royalties, while some European countries are more engaged in changing their energy matrixes, abolishing increasingly the consumption of non-renewable energy as the oil, for example.

Information:

André da Cunha

12 de maio de 2013



Pearl River Tower: A Sustainable Chinese tower.
            The Pearl River Tower was built to take the best of natural resources in Guangzhou, China. It can take solar and wind energies to feed some necessities. On average, 58% of energy costs that would be consumed by this tower are reduced with the help of these renewable systems.
            The wind energy is captured with the format the company has. Spin processors coupled with dynamos, allowing the production of electrical energy that is harnessed for devices, which already run in the tower. Furthermore, the wind also participates in internal cooling system eliminating use of air conditioning.   
Solar energy is captured by photovoltaic panels that sit on top of the building and also in window shades that later are transformed into electricity. But in this case it is not as used as wind power.
            Despite being a great example for other countries, Pearl River Tower still has many defects and is still far from being perfectly sustainable. This is because it does not use all of sustainable and renewable energies produced and, furthermore, the own materials which are cause impacts for the environment.



Images and Information



André da Cunha