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28 de novembro de 2016

A Vaidade no Viés da Sustentabilidade



Vaidade tem como significado a valorização que se atribui à própria aparência ou quaisquer qualidades físicas ou intelectuais, fundamentada no desejo de que tais qualidades sejam reconhecidas ou admiradas pelos outros. Todos nós temos um grau variado de vaidade, sendo, esta, inclusive, útil como forma de cuidar-se, dar-se carinho e aumentar autoestima.

No presente texto, será dado enfoque à questão da vaidade com relação a valorização à aparência física e sua relação com o meio ambiente.

Segundo a ABIHPEC (2016) o Brasil ocupa a quarta posição no consumo de cosméticos em relação ao mercado mundial de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. E a reflexão que este dado nos traz está diretamente relacionada ao meio ambiente. E o leitor faria ideia do porquê? Simples, porque em meio ao consumo exagerado de produtos para se manter a higiene e a beleza, devemos nos perguntar como as pessoas estão descartando cosméticos que ultrapassaram seu tempo útil (validade)?

Tendo em vista que estamos falando de um setor industrial que está a todo momento lançando novidades, o consumidor na ânsia de se atualizar diante das inúmeras novidades, acaba comprando produtos com pequenas diferenças entre si e muito deles acabam caindo no desuso e ultrapassando sua data de validade. Com o risco à saúde que estes produtos proporcionam após atingir sua validade, é de costume descartá-los no lixo comum, mas e o que acontece com os compostos químicos que estão presentes na composição de vários desses nossos queridinhos?

Segue alguns exemplos destes compostos químicos citados acima:

·         METIL, PROPIL, BUTIL E ETIL PARABENO que basicamente são conservantes e evitam o crescimento de micro-organismos. Podem causar reações alérgicas. Estudos mostram que podem ser absorvidos pela pele e é um dos componentes mais comuns nos cosméticos embora sejam tóxicos.

·         DEITANOLAMINA (DEA), TRIETANOLAMINA (TEA) são usados como emulsionantes ou espumantes nos cosméticos. São compostos de amônia.

·         DIAZOLIDINIL UREA, IMIDAZOLIDINYL UREA
conservantes muito comuns em cosméticos. Atendem também pelo nome de Germall e não é um fungicida eficaz, assim precisa ser combinado com outro conservante como os parabenos.

·         PETROLATO (PETROLATUM) um óleo mineral que é usado por sua ação emoliente. Normalmente os silicones.

·         COPOLYMER VA/PVP derivado do petróleo muito utilizado em sprays,cremes de pentear e outros cosméticos. Sua toxicidade vem de suas partículas que quando inaladas podem causar danos nos pulmões de pessoas suscetíveis.

·         CORANTES SINTÉTICOS são usados para dar um aspecto atraente aos cosméticos. Normalmente se apresentam como FD&C ou D&C, e acompanhados por uma cor e um número. Exemplo: FD&C Laranja n.4 / D&C Lilás n.5 - e sim: corantes sintéticos podem ser cancerígenos. São encontrados naquele hidratante de cor linda ou na sua tintura de cabelo.

Todavia, desde a lei 12.305 de 2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, está previsto o desenvolvimento de uma nova forma de geração dos nossos resíduos, em um amplo processo de mobilização e participação social. Nesse sentido, baseado no conceito de responsabilidade compartilhada, a sociedade como um todo – cidadãos, governos, setor privado e sociedade civil organizada – passou a ser responsável pela gestão ambientalmente adequada dos resíduos sólidos. Agora o cidadão é responsável não só pela disposição correta dos resíduos que gera, mas também é “convidado” a repensar também o seu papel como consumidor; o setor privado, por sua vez, fica responsável pelo gerenciamento ambientalmente correto dos resíduos sólidos, pela sua reincorporação na cadeia produtiva e pelas inovações nos produtos que tragam benefícios socioambientais, sempre que possível; os governos federal, estaduais e municipais são responsáveis pela elaboração e implementação dos planos de gestão de resíduos sólidos, assim como dos demais instrumentos previstos na PNRS” (Ministério do Meio Ambiente).

Por outro lado, apesar de ainda serem poucas, já existem uma lista de empresas que se responsabiliza pelo descarte de seus produtos, como a Avon que em parceria com a TerraCycle criou um programa de reciclagem de maquiagem e esmaltes. O programa irá proporcionar o descarte correto destes resíduos e a oportunidade de arrecadar dinheiro aos participantes. Na loja Ikesaki, uma perfumaria no bairro da Liberdade, em São Paulo, também existe um coletor da Risqué em formato de um vidro de esmalte gigante. É nesse local que esmaltes de qualquer marca (nacionais ou internacionais) podem ser descartados.

 Juliane Rodrigues

Referência Bibliográfica

http://www.ecodesenvolvimento.org/simplificando/2013/junho/cosmeticos-sustentaveis-que-componentes-da-formula#ixzz4RBMOF7a8

Fonte Imagens

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhKrWYDjlcVSvzTqokaMXYmZsF50wYhk5bUVzX0_T9jSlV0Zt9wcWe1kqTQwALxDw0ATkLGRxWyAVVSfu6N_69BkNYRTVgpbhZJL1csEnoJoAuGkLMRK_2JUmSqjixoAp694-rH_m40nAQ/s1600/lixo2.jpg

http://www.hypeness.com.br/2016/06/marca-de-cosmeticos-troca-embalagem-usada-por-batom-novo-gratis-para-embelezar-e-salvar-o-planeta/
 
 
 
 

9 de novembro de 2016

RETORNA MACHINE: A ALIANÇA ENTRE A TECNOLOGIA E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Nos dias atuais podemos observar a melhoria dos meios tecnológicos de forma exponencial, se tornando cada vez mais práticos, rápidos e funcionais. Com tal avanço, as novas tecnologias podem ser utilizadas em diversas áreas do desenvolvimento e uma delas é a área ambiental. Em um mundo onde as pessoas  demonstram baixo comprometimento em relação a ações que envolvam mudança de hábitos e comportamentos para práticas mais sustentáveis, é necessário que tecnologias facilitem e aproximem esses indivíduos desse tema tão importante. E um bom exemplo disso são as Retorna Machines, que se encontra em  crescimento pela cidade de São Paulo.
As Retorna Machines são máquinas desenvolvidas para coletar garrafas pet e latas de alumínio de diversos produtos usados no cotidiano da população, tais como refrigerantes, sucos, águas, etc. O intuito da máquina é recolher tais resíduos para posterior coleta seletiva e destino adequados, colaborando para a conservação  do meio ambiente. As Retorna Machines incentivam o processo da reciclagem, que é fundamental para que os resíduos humanos sejam descartados de forma correta e possam até mesmo ser reutilizados em alguns casos, evitando descarte inadequado em lixões e afins.

O funcionamento das Retorna Machines é bem simples. A pessoa cria uma conta no sistema do programa e deposita seus resíduos na máquina. São aceitas desde garrafas pet pequenas até as maiores de 2,5L, e o mesmo se aplica para as latas de alumínio, que podem variar desde 250mL até 500mL. Uma vez coletados, os  resíduos são recolhidos todas as noites pelo gerenciamento do programa, para que enfim possam ser destinados à reciclagem.  Atualmente ainda não existem muitas Retorna Machines na cidade de São Paulo e região, mas a meta é de que cerca de 30 estejam instaladas e operando normalmente até o final de 2016. Porém a  movimentada estação do metrô da Sé já possui uma, sendo que já existem cerca de 10 mil usuários ativos no programa.

Porém uma pergunta importante: o que irá incentivar as pessoas a utilizarem as Retorna Machines? Uma reposta a essa questão é que o programa oferece vantagens para quem utilizá-lo, ou seja, quanto mais garrafas pet e latas a pessoa depositar nas máquinas, mais pontos ela acumula, e posteriormente esses pontos  podem ser trocados por alguns benefícios. Por enquanto os benefícios são três: desconto na conta de luz da AES Eletropaulo, desconto na recarga do Bilhete Único ou troca por pontos na livraria Saraiva. Cada resíduo que pessoa depositar na máquina renderá um número de pontos que ficarão salvos na conta da mesma, e  quando acumulados em quantidade suficiente, podem ser trocados pelas vantagens supracitadas. A intenção é adicionar mais vantagens, porém ainda se encontra em fase de negociação.

Enfim, as Retorna Machines são máquinas incríveis, interativas e que incentivam a reciclagem por meio de benefícios para quem utilizar, ainda que alguns possam considera-las como estratégia de marketing voltada ao processo de venda de produtos e serviços baseados nos benefícios ambientais que podem favorecer.

Todavia, independentemente da visão pessimista ou otimista que se possa ter com relação à essas máquinas, a verdade é que elas são tendência e o número de usuários crescem cada vez mais.

Anna Karolina Pimentel



Para possíveis interessados em efetuar o cadastro o site oficial é:

http://www.retornamachine.com.br/#/login



Fonte imagem:

https://static.wixstatic.com/media/d63f98_b69ebac0ab2a4c1786bf7277105ac84f.png/v1/fill/w_346,h_561,al_c,usm_0.50_1.20_0.00/d63f98_b69ebac0ab2a4c1786bf7277105ac84f.png

9 de maio de 2016

Coletor de Névoa




O Deserto do Atacama, que fica localizado no Chile é o mais árido do mundo, com cerca de 0,1 mm de chuva durante o ano. Com áreas que podem ficar sem chover por décadas, pequenas comunidades sofrem com a escassez de água.  Mas a vida se impõe no Atacama, no gelo, na areia, no céu e no sal, apesar de tanta aspereza. E foi dessa imposição que surgiu um desejo, o de captar água a partir das escarças possibilidades que a região oferece. Pensando nessa questão, desenvolveu-se uma tecnologia capaz de coletar água da névoa,. Trata-se de uma tela, feita com polipropileno, que é um material de baixo custo e o modelo é 100% sustentável. Um metro quadrado desta tela, pode-se recolher, até 14 litros de água, em um dia muito bom de coleta, mas em média são 4 litros diários. Claro que a localização e seu clima ímpar de “nieblas costeras”, ajuda nesta questão.

Estica-se uma tela entre dois postes, as gotículas de água passam pelos fios de polipropileno, condensam, e assim, caem no coletor. Com este simples método, é possível abastecer vários lugares, claro que a água recolhida não é potável, pois contém minerais e algumas bactérias, mas não é difícil torna-la própria para o consumo. A água ser assim, é uma questão específica do local de coleta, pois em outros lugares, se coleta água 100% potável.
Esse método já é utilizado em outras partes do Mundo, porém depende muito da sua condição de clima e temperatura da região, limitando-se portanto, ainda ao Peru, México, Chile, entre outros. Sendo que o maior complexo de malha do mundo localiza-se em Tojquia, na Guatemala. São 60 captadores espalhados, que compõem uma rede de 1.440 m² e captam quase 4 mil litros de água diariamente, abastecendo cerca de 30 famílias, sem gastar energia.
Estudos mais recentes já comprovam que o polipropileno, não é o material mais indicado para fazer a captação de água, existem outros que são muito mais eficientes em reter a água e condensá-la. E futuramente, esse método, talvez possa competir com a dessalinização. O desenvolvimento da captação de água da nuvem, talvez, pudesse melhorar em muitos lugares, a questão da escassez de água. Será que o clima que temos aqui no Brasil, nos permitiria fazer isso em algumas áreas, para levar água até as partes mais secas do Nordeste?
Alex de Almeida Castro

Referencia e imagens:


 

6 de março de 2016

“Casas sustentáveis? Eis a questão....”

Em tempos de crise econômica a palavra mais usada é reduzir gastos. E isso fica pior quando a crise chega quando você estava planejando comprar uma casa, não é mesmo? E nessa situação muitas pessoas preferem adiar os planos do que gastar menos comprando uma casa mais simples e consequentemente abandonando os luxos que teriam.
Faço essa reflexão inicial, pois desde criança sempre sonhei em morar em uma casa inteligente, estilo Os Jetsons. Mas pra mim isso era coisa de desenho animado e só iria acontecer quando eu fosse idosa ou nem veria uma casa inteligente. Mas, um dia vendo televisão vi uma chamada do programa da Globo e me interessei, parando para assistir. Era sobre uma casa inteligente. Achei a ideia sensacional, principalmente quando o filho do dono da casa disse que foi ele que deu a ideia inicial de construir a casa.
Durante o programa, focaram em energia e água, bem como todos os mecanismos usados na casa para que essa economia acontecesse. Acredito que não devo ter sido a única espectadora que ficou maravilhada. Assim que acabou o programa fui pesquisar melhor sobre essa casa. Acabei descobrindo que é uma casa modelo, ou seja, apesar dos benefícios, 90% do projeto era somente marketing. Além dos custos de planejar e construir uma casa diferente do modelo “convencional”, depois de pronta ainda tinha os custos com equipamentos necessários para o funcionamento da casa.
Fiquei decepcionada e refleti: será que para ter uma casa sustentável, que cause pouco impacto ambiental, ela tem que ser construída do zero? Mais um pouco de pesquisa e descobri outra casa, de aparência humilde, mas com seus 100m²  lembrando muito uma casa de avó, com forno a lenha, arcos no meio da sala e tijolinhos vermelhos que estão na moda de decoração rústica e que se fossem colocados na sala de uma cobertura no bairro dos jardins valeriam uma fortuna. Essa casa mais humilde me chamou mais atenção que a casa inteligente, pois era quase uma cidade. Tinha uma mini-horta, produzia a própria energia usando o velho aquecimento à lenha e um toque da modernidade usando painel solar. Até o sistema de esgoto da casa dava vida às plantas de brejo.
Essa casa também tinha seu apelo ecológico, então refleti: porque engenharia não poderia estabelecer uma parceria com a arquitetura sustentável? É possível unir as duas concepções de projetos e, isso ocorre, principalmente em países desenvolvidos. Mas a imagem de casa ideal, dos sonhos, de princesa que nos é vendida desde criança não é uma casa humilde, que possa ser reformada, mas sim com uma visão de luxo, móveis contemporâneos e de artes abstratas nas paredes.
Todavia, o modelo de casa sustentável que nos é vendido não é viável à maioria da população, mas somente para poucos que podem pagar por esses projetos de casas milionárias. Constituindo-se atualmente o que muitos chamam de novo parâmetro de distinção social.
É preciso também investir em Educação Ambiental, pois a maioria população ainda não tem acesso à informações que poderiam favorece-la, haja vista o exemplo da energia eólica e energia solar. Muitos ainda não têm a consciência de que hoje essas fontes de energia são mais acessíveis (uma placa solar custa em torno de R$800) e do benefício que esse investimento pode trazer. Fica aí a reflexão que fiz e a sugestão de como seria importante no futuro constatarmos que uma casa pequena, da periferia da selva de pedra, também tivesse acesso à construções mais inteligentes ou sustentáveis.
Por fim, deixo o endereço eletrônico que dão acesso aos vídeos das duas casas maravilhosas, que se tivessem seus projetos unidos seriam ainda melhores.

Gisele Silva
Fonte vídeos:
Casa inteligente (Smart Eco House) : http://globoplay.globo.com/v/4478743/
Casa sustentável:http://portal.aprendiz.uol.com.br/2015/03/20/arquiteto-transforma-seu-lar-em-uma-casa-sustentavel/ 

Fonte imagem:
http://www.leiaja.com/tecnologia/2013/11/11/quase-todo-o-impossivel-em-os-jetsons-ja-tem-versao-real/

 

31 de janeiro de 2016

Project Ara


Há décadas vivemos a era da obsolescência programada, causada pelo excesso de consumo no atual sistema de produção e consumo que estimula o marketing para poder aumentar sempre as vendas. E junto com isso vem muitos problemas ambientais, já abordados em números textos daqui do blog.

Dentro dessa perspectiva, o Project Ara, pode ser bem interessante para as pessoas que gostam de celulares e também para o nosso ambiente.

Mas o que é o Project Ara? Ele é uma iniciativa que visa produzir celulares em partes, ou seja, onde haveria um “esqueleto”, uma base do celular e nós poderíamos comprar as partes que quisermos e montarmos um novo celular.  

Mas vocês devem estar se perguntando: como isso pode ajudar o meio ambiente? Simples, o celular sendo dividido em partes e por exemplo, se nós não nos sentíssemos satisfeitos com a câmera dele, poderíamos comprar somente a parte que representa a câmera e faze-la ficar melhor. Com o Project Ara, não precisaríamos trocar de celular, apenas substituir a parte que nos “incomoda”, diminuindo bastante o impacto gerado pelo lixo eletrônico, proveniente dos aparelhos celulares.

Nesse sentido, seria interessante se outros aparelhos eletrônicos pudessem também ter esta mesma tecnologia, pois iríamos conseguir diminuir drasticamente a questão dos lixos eletrônicos.

E vocês, o que acham do Project Ara? Trocariam somente a parte que interessa ou ainda simplesmente trocariam de celular?
 
Alex Castro
 
 
Bibliografia:
Imagem 1: http://www.tecmundo.com.br/project-ara
Imagem 2: https://en.wikipedia.org/wiki/Project_Ara
Link do Vídeo: www.youtube.com/watch?v=8mhjngbsXQ0

 
 
 
 
 

11 de maio de 2015

É HORA DE BIOECONOMIA?


     Um termo que em breve será mais comentado é “Bioeconomia”. Você imagina o que seria bioeconomia?

2 de fevereiro de 2015

Inovações Sustentáveis


     Muitas ideias e inovações começam da simples observações em pequenas coisas do dia a dia, principalmente quando o assunto é criar novas tecnologias ou inventar algo a partir da reutilização de coisas que antes não teriam a mesma importância. Dentre os vários exemplos, temos a casca da banana que em pó, pode retirar metais tóxicos da água como o cobre ou um combustível feito a partir do bagaço da laranja e até mesmo

17 de novembro de 2014

Carros sustentáveis


     Hoje em dia grande parte da população que já ouviu falar em sustentabilidade e sabe o quão importante e atual é esse tema. Com isso a população vem exigindo das indústrias a preocupação e ação ambiental de forma que os produtos feitos por elas sejam ecologicamente corretos.
     Com base nessa necessidade, grandes indústrias automobilistas como

6 de outubro de 2014

"Os biocombustíveis estão no ar"


     O nosso Quimicando atualmente tem como temática “Consumo Energético - Os Combustíveis” da Ação II. Buscamos levar os estudantes de Ensino Fundamental II (8º e 9º ano) e Ensino Médio a refletirem sobre diversos aspectos envolvidos no ato de escolher entre o álcool e gasolina na hora de abastecer seu carro. 
    Agora, já pensou em poder escolher utilizar um combustível de menores impactos ambientais na hora de voar?

11 de setembro de 2014

SERÁ QUE O LIXO VIROU LUXO?


     Nesse texto irei discutir como novas tecnologias aliadas a pesquisa podem ajudar no Desenvolvimento Sustentável do Planeta.

     Para começo de conversa, quero falar a respeito da questão do lixo e dos malefícios que este traz para a população em geral, a partir de uma definição do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente: “Lixo é todo e qualquer resíduo produzido pelo ser humano. Qualquer coisa imprestável que se joga fora”. Realmente, não é novidade para ninguém de que o lixo pode causar sérios problemas ambientais. O lixo contribui para a poluição visual, do solo, da água e do ar. Atingindo também o ser humano com sérias doenças trazidas por animais que se alimentam do lixo.

29 de abril de 2014

Movimento Sustentável


     Uma possível inovação para o mundo das casas noturnas trata-se da pista de dança piezoelétrica, que basicamente transforma os impactos dos movimentos de dança na pista dos clientes em energia elétrica, abastecendo o recinto em suas necessidades.

     Essa tecnologia consiste em um mecanismo simples,

18 de março de 2014

O guarda chuva flutuante que regenera as calotas polares


     Durante as últimas décadas o aquecimento global fez com que as regiões polares experimentassem um aumento acentuado na temperatura, fazendo com que as plataformas de gelo no Polo Norte e no Polo Sul ficassem menos espessas e fraturadas, causando seu derretimento no oceano.

3 de março de 2014

EcoBraz – Lixo Eletrônico


            A EcoBraz é uma ONG que aceita doações de lixo eletrônico e que faz a coleta diretamente na casa do contribuinte. Os serviços dessa empresa se estendem por toda a Grande São Paulo.
Após receber o produto, a empresa realiza a reciclagem do material. Os agendamentos de coleta são feitos on-line.
            Essa ONG também participa de uma promoção em que o usuário doador recebe pontos para trocar em produtos do site Cidade Viva.

28 de fevereiro de 2014

Dica de Aplicativo Android – EcoMoto


     O EcoMoto é um aplicativo para smartphones Android desenvolvido pela Motorola Mobility. O objetivo desse aplicativo é facilitar que o usuário encontre locais de descarte de material eletrônico em postos de coleta autorizados pela Motorola. O descarte pode ser de baterias, celulares e acessórios como carregadores, fones de ouvido e etc.

23 de fevereiro de 2014

Influenciando a Energia Eólica


Você que sonha em ter sua casa em um lugar sossegado e tranquilo, longe do caos da cidade grande, mas no local não há fornecimento de energia elétrica ou o fornecimento é precário, hoje seu problema pode ser solucionado.

9 de janeiro de 2014

E-Reader e E-Book – Leitores de Livros Digitais

Algo que não pode faltar na vida de qualquer pessoa é a leitura, pois ler faz parte da vida de todas as pessoas que dominam a cultura letrada. E quando pensamos em leitura, para a maioria das pessoas a primeira coisa que vem à mente é o livro. Haja vista que ele foi peça importante do nosso desenvolvimento como humanidade.
Desde a primeira impressão, com o advento da imprensa moderna, a fabricação livros aumentou grandiosamente, sempre pelo método mais tradicional, por meio de papel e tinta. No entanto uma nova tecnologia pretende mudar esse cenário e em conjunto com isso ajudar na sustentabilidade: o leitor de livros digitais, em inglês o E-Reader (Electronic Book Reader) que serve para ler os livros digitais e os E-Books (Electronic Books). Estas novas tecnologias são a grande tendência do momento e já fazem sucesso nos Estados Unidos.
Muitas pessoas ao lerem livros digitais e PDFs no computador acabam reclamando de dores nos olhos. Isso acontece porque a luz dos monitores de computadores e tablets é produzida e incidida diretamente nos olhos do leitor. Isso não acontece com os livros comuns, pois a luz incide primeiro no livro e depois é refletida para olhos do leitor, assim cansando menos a visão da pessoa que está lendo. Para contornar esse problema surgiram os E-readers. O monitor deles é diferenciado, pois não são capazes de emitir luz. O sistema de impressão na tela é realizado com tinta e micro esferas rugosas que conseguem limpar e colorir a tela. Já os E-books, já mais conhecidos, ainda são monocromáticos (possuem apenas tinta preta) o que já é suficiente para a leitura de livros. Alguns deles já podem ser encontrados facilmente no Brasil, em livrarias e pela internet.
Indiretamente os E-readers acabam ajudando o meio-ambiente no sentido de que, eles poupam a derrubada de árvores para a fabricação de livros, além de ajudar a diminuir o consumo de tinta para a impressão dos mesmos. As baterias dos E-readers geralmente duram vários dias sem precisar de recarga (em torno de 20 e 30 dias), ou seja, eles são bastante eficientes energeticamente. Essa economia de energia é fantástica quando comparada à maioria dos produtos eletrônicos que são comercializados atualmente.

Portanto, o advento dessas novas tecnologias dentro da questão ambiental é importante para diminuir o consumo de papel e assim evitar o desmatamento. Todavia, precisamos refletir que somente consumir esses aparelhos não é sustentável, pois é necessário que o papel que já é produzido também reciclado. Devemos lembrar também que muitas das substâncias que existem nessas novas tecnologias, como na maior parte dos produtos eletrônicos, é bastante prejudicial ao meio ambiente, sendo assim o descarte desses produtos deve ser acompanhado pelo fabricante. Fato que não costuma ocorrer ainda com eficiência, nem ao menos nos países desenvolvidos.

André Vieira da Cunha


12 de dezembro de 2013

"Programa Veículo Limpo"

O programa “Veículos Limpos” foi criado há 17 anos, em Estocolmo, capital da Suécia, com o objetivo de transformar todos os veículos da cidade em não poluentes. Para que se esse programa tivesse sucesso, foi necessário estabelecer uma parceria com as indústrias e varejistas de combustíveis renováveis e limpos, assim como com todos os beneficiados que possuíam grandes frotas de veículos.

Ruas de Estocolmo
(Fonte http://www.sentidodovento.net/2011/05/algumas-informacoes.html)
Ficou estabelecido que todos os carros deveriam usar biocombustíveis ou emitir menos de 120g de CO2/Km por meio do uso de tecnologia híbrida ou de veículos extremamente pequenos. A prefeitura tomou iniciativas para que esta meta se tornasse realidade começando uma negociação com fabricantes de automóveis, incentivando-os a comercializar modelos não poluentes e de baixo custo em relação aos já existentes.

Posteriormente, o programa foi ampliado para outros municípios e adotados por ONGs. Foram dados descontos fiscais sobre veículos e combustíveis, inicialmente em caráter experimental e depois como uma política nacional de longo prazo.

O foco do projeto consistia em aumentar o número de carros limpos no mercado com o aumento do uso de biocombustíveis em 85% da frota automobilística, alcançar a meta de 35% dos veículos vendidos usarem biocombustível até o ano de 2010, poder colocar veículos limpos na frota de transporte público, tendo a meta de 100% para 2025 e realizar a coleta de lixo utilizando na sua totalidade veículos sustentáveis até 2010.

Para reforçar o sucesso desse programa, a Divisão Ambiental de Estocolmo passou a oferecer testes de direção de carros elétricos a divisões e companhias públicas no inicio de agosto do ano passado, refletindo 80% na decisão ou tentativa de transferência de uso de veículos elétricos.

Como resultado até agora alcançados, ocorreu a redução das emissões de gases de efeito estufa em 25% (desde 1990), o registro de novos carros considerados limpos pelos padrões nacionais ultrapassando 40 % dos carros novos registrados em 2008. Houve uma importante melhora na qualidade do ar e a cidade passou a coordenar as licitações nacionais de veículos elétricos, com o objetivo de facilitar a introdução e expansão do mercado no país e também passou a se envolver no desenvolvimento de infraestrutura para carros elétricos e nos testes de carregamento de híbridos.

Thiago Graça

Referencias:
http://www.cidadessustentaveis.org.br/boas-praticas/veiculos-nao-poluentes
http://www.sentidodovento.net/2011/05/algumas-informacoes.html