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15 de março de 2015

15 DE MARÇO: DIA MUNDIAL DO CONSUMIDOR OU DO CON$UMI$MO?


O Dia Mundial do Consumidor é comemorado anualmente em 15 de março, hoje! A data foi criada para proteger e lembrar os direitos e leis acerca do consumidor e do ato de consumir.

Como consumidor se considera todo aquele a quem sejam fornecidos bens, prestados serviços ou transmitidos quaisquer direitos, destinados ao uso não profissional, por empresas ou pessoas que exerçam com caráter profissional uma atividade econômica que vise a obtenção de benefícios (lucros).

O Dia Mundial dos Direitos do Consumidor foi instituído pela primeira vez no ano de 1962, pelo presidente dos Estados Unidos

20 de outubro de 2014

Porque imagens falam mais que mil palavras....


     Quem não gosta de assistir a um bom filme?
     Melhor do que assistir a um bom filme, é assistir um filme que faz a diferença na sua vida!
     Não há nada mais frustrante do que ir assistir a um filme e sair com a sensação de que perdeu algumas horas para nada. Sabe aquele filme que não te leva alugar nenhum? Ninguém merece né?!
     Aqui vão 3 indicações de filmes que fizeram a diferença na minha vida. Que me levaram a pensar e agir, que ampliaram meu olhar em relação ao mundo e a nós, seres humanos.

12 de maio de 2014

PREVENIR OU REMEDIAR?



     Algumas das cidades mais afetadas do mundo, ou com maior risco de serem afetadas, estão empregando milhões de dólares na construção de meios de proteção às consequências decorrentes do aquecimento global.

     Com as projeções cada vez mais catastróficas do futuro, essas cidades estão construindo desde barreiras gigantescas contra inundações a casas à prova d’água e flutuáveis.

Veja abaixo algumas delas:

11 de novembro de 2013

Moda sustentável

Fonte: http://frutoproibido.org/fashion/wp-content/uploads/2011/08/moda_sustentavel_img1.jpg

Será possível fazer um consumo consciente até das nossas roupas???

Moda sustentável é um conceito de metodologias de produção que não prejudiciais ao meio ambiente. O conceito não diz respeito apenas ao tipo de material a ser utilizado, mas à toda linha de produção dos tecidos utilizados na fabricação das roupas. Não basta o produto ser feito de material orgânico ou reciclável, é preciso levar em consideração todo o processo de fabricação das roupas, o que inclui os aspectos social, econômico, político, ecológico, ético e trabalhista de toda a linha de produção.
Afinal, sustentabilidade não é apenas minimizar os impactos negativos, mas também maximizar os impactos positivos, garantindo a prosperidade dessa e das próximas gerações.

Confira alguns materiais Eco fashion:
Algodão orgânico
É cultivado sem o uso de pesticidas, fertilizantes químicos e reguladores do crescimento. Para ser 100% orgânico, no processo de tingimento devem ser usados pigmentos naturais.

Fibra de bambu
Planta de crescimento rápido, o que significa que é altamente renovável. Se reproduz em abundância sem o uso de pesticidas e fertilizantes. Sua fibra é naturalmente antibactericida, biodegradável e extremamente macia. Tem característica termodinâmica, deixa a peça fresca no verão e mais quente no inverno.

Garrafas PET
O plástico reciclado é transformado em fibras que produzem um tecido forte, mas macio. Em geral, elas são combinadas com algodão, que dá um toque ainda mais confortável.

Juta
Com aparência semelhante a do linho, é plantada na região amazônica, sem nenhum impacto ambiental. É preciso apenas água para o seu cultivo, sem a necessidade do uso de agrotóxicos. Além disso é biodegradável.

Que tal experimentar um deles?



Ana Carolina de Assis Rocha

27 de setembro de 2013



Kyoto Protocol

     In 1997 it was held the United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCCC), in Kyoto, Japan. During the convention, was created the Kyoto Protocol, which entered into force on February 16, 2005.
     The aim of the protocol is to reduce the emission of greenhouse gases in the atmosphere, in order to stabilize the greenhouse effect. In all, 184 countries signed the agreement so far.
     Countries that joined the agreement were divided into two groups: Annex 1, which includes developed countries and Non-Annex 1, which comprises developing countries. Brazil is in the group of non-Annex 1.
 
<http://blogambientelegal.blogspot.com.br/2012/09/para-governo-brasileiro-e-preciso.html>.

     Developed countries are the biggest emitters of greenhouse gases in the atmosphere so the Annex 1 countries signed the commitment to reduce by 5.2% the level of greenhouse gas emissions compared to 1990 levels. The deadline for the goal was to between 2008 and 2012.
     The countries of the Non-Annex 1 has not been established no mandatory target, however, they should assist in reducing the levels emitted by developed countries.
     For the treaty to be met, the Protocol proposes three Flexibility Mechanisms:

- Joint Implementation:
Implementing projects to reduce greenhouse gases by two or more developed countries.
-Emissions Trading:
The Annex 1 countries that have reached their goal, may sell the excess reductions to countries that have not yet reached the goal of reducing.

- Clean Development Mechanism (CDM):
Allows the participation of developing countries in the treaty. They can sell the credits to developed countries from projects that are contributing to the reduction of carbon emissions.
     The first part of the Protocol - period to achieve the goal of reducing developed countries - has ended, the second part should be defined by the competent agencies and it will comprise a commitment period that goes from 2013 to 2017.
      The Kyoto Protocol characterizes an important step towards reducing the emission of greenhouse gases.



Sources Research: Ministério do Meio Ambiente- <http://www.mma.gov.br/>

Ana Carolina de Assis Rocha( Translation: Fernanda Romero)

19 de setembro de 2013

Créditos e Mercado de Carbono



Fonte da imagem: <http://www.brasilescola.com /upload/conteúdo /images/ 152d08500d31c0a 64fba 831f1d33a643.jpg>.

O termo “créditos de carbono” surgiu com a criação do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), na reunião para assinatura do Protocolo de Quioto- acordo que estabelece que os países desenvolvidos têm de reduzir a emissão de gases causadores do chamado “Efeito Estufa”.

Os créditos de carbono são certificações dadas a empresas, indústrias e países que conseguem reduzir a emissão de gases poluentes na atmosfera. Os países que não conseguem atingir a meta estabelecida no Protocolo compram as certificações dadas aos países em desenvolvimento.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente “O mercado de carbono tem crescido cada vez mais e se tornou um negócio lucrativo tanto para as empresas quanto para os produtores. Esse mercado inclui também ações em bolsas de valores e mercado voluntário, onde uma empresa que não é poluidora gera créditos de compensação e os vende para uma empresa poluidora. Nesse mercado ainda é incluído um limite para a emissão de gases,que gera permissões de emissão e, dessa forma, ocorre uma negociação entre as empresas para que elas possam vender o excedente de créditos de carbono”.

Cada tonelada de CO2 que é absorvida ou a quantidade de gases poluentes que deixam de ser produzidos pela empresa classificada como poluidora, é convertida em uma unidade de crédito de carbono, que é negociada em dólar no mercado mundial.

Como funciona:

Cada tonelada de CO2 equivale a 1 crédito de carbono. Os demais gases causadores do efeito estufa também são convertidos em créditos de carbono, como o gás metano (CH4) cuja tonelada equivale a 21 créditos de carbono e o óxido nitroso (N2O) cuja tonelada equivale a 310 créditos de carbono.

O mecanismo de compra e venda de créditos de carbono foi criado para que as nações que não conseguirem (ou não desejarem) reduzir suas emissões pudessem comprar os créditos dos países em desenvolvimento e usá-los para cumprir suas obrigações.

O mercado de créditos de carbono traz controvérsias. Muitos alegam que para vender créditos de carbono os países não desenvolvidos investem e aplicam novas tecnologias de redução de emissão de gases do efeito estufa, o que auxilia o combate aos níveis elevado desses gases na atmosfera. Por outro lado, o país desenvolvido que compra muitos créditos de carbono acaba se isentando da responsabilidade de ter, de fato, de diminuir suas emissões de gases do efeito estufa em seus processos industriais.

Algumas medidas podem ser tomadas pela sociedade em geral para reduzir a emissão de gases poluentes e, principalmente, a diminuição da quantidade de CO2 lançada à atmosfera, tais como: abastecer o carro com combustíveis menos poluentes ou até trocar o carro por meios de transporte coletivos ou por outros menos poluentes como bicicleta; economizar energia elétrica, reduzir o consumo de plástico, entre outros.

As ações individuais somadas às coletivas é que farão a diferença!
Disponível em:  <http://www.brasil.gov.br>. Acesssado em: 11 de set. de 2013, às 18h13.


Ana Carolina de Assis Rocha

18 de setembro de 2013

Protocolo de Quioto



Em 1997 foi realizada a chamada Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, na cidade de Quioto, no Japão. Durante a convenção, foi elaborado o Protocolo de Quioto, que entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2005.

O objetivo do protocolo é reduzir a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera, a fim de estabilizar o efeito estufa.  Ao todo, 184 países assinaram o acordo até agora.

Os países que aderiram ao acordo foram divididos em dois grupos: os do Anexo 1, que reúne os países desenvolvidos, e os do Não-Anexo 1, que compreende os países em desenvolvimento. O Brasil encontra-se no grupo do Não-Anexo 1. 

Fonte da imagem: <http://blogambientelegal.blogspot.com.br/2012/09/para-governo-brasileiro-e-preciso.html>.
Reconhecendo que os países desenvolvidos são os principais emissores que gases do efeito estufa na atmosfera, os países dos Anexo 1 firmaram o compromisso de reduzir em 5,2% o nível de emissão desses gases em relação aos níveis registrados em 1990. O prazo estabelecido para a meta foi o de entre 2008 e 2012.

Aos países do Não-Anexo 1 não estabeleceu nenhuma meta obrigatória, porém, estes devem auxiliar na redução dos níveis emitidos pelos países desenvolvidos.

Para que o tratado seja cumprido, o Protocolo propõe três Mecanismos de Flexibilização:
 
- Implementação Conjunta:
Implementação de projetos de redução de gases do efeito estufa por parte de dois ou mais países desenvolvidos.

-Comércio de Emissões:
Os países do Anexo 1 que já atingiram a sua meta, pode comercializar o excedente da redução com os países que ainda não atingiram a meta de redução.
- Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL):
Possibilita a participação dos países em desenvolvimento no tratado. Eles podem vender para países desenvolvidos os créditos de projetos que estejam contribuindo para a redução de emissões de carbono.

A primeira parte do Protocolo – período para atingir a meta de redução dos países desenvolvidos - já foi encerrada; a segunda parte deve ser definida pelos órgãos competentes e compreenderá um período de compromisso que vai de 2013 a 2017.

O Protocolo de Quioto caracteriza um passo importante para a redução de emissão de gases do efeito estufa, clique aqui para ler o documento na íntegra. 

Disponível em: Ministério do Meio Ambiente- <http://www.mma.gov.br/>. Acessado em: 11 de set. de 2013, às 18h45.


Ana Carolina de Assis Rocha

21 de junho de 2013

Consumo X Consumismo





Você já parou para pensar em por que nós consumimos da maneira exagerada?Primeiramente, entenda que consumo é diferente de consumismo. O consumo, em linhas gerais, se caracteriza por suprir necessidades relacionadas à sobrevivência de cada pessoa, enquanto o consumismo desvincula-se disso, estando associado ao consumo demasiado e/ou supérfluo.

29 de maio de 2013

2013: o ano internacional para a cooperação pela água!

      Em dezembro de 2010, a Assembleia Geral das Nações Unidas indicou 2013 como o Ano internacional para a cooperação pela água.
Fonte da imagem: http://www.unwater.org/water-cooperation-2013/en/ 


      O objetivo da escolha é de incentivar países a prevenirem e solucionarem potenciais conflitos decorrentes da gestão compartilhada de recursos hídricos e promover a cooperação em todos os níveis. Enquanto na esfera política internacional o termo “cooperação pela água” está relacionado à gestão do recurso, para o indivíduo significa reconhecer o impacto que seus atos de consumo têm sobre a sociedade e o planeta e rever seus hábitos levando em consideração o bem-estar coletivo.

      Reconhecidos os impactos e analisados os hábitos de consumo, coopera-se pela água tomando consciência de que pequenas mudanças nesses hábitos de consumo geram grandes transformações e assim, investe-se nelas, mobilizando também sua família, amigos e conhecidos.

      É retórico dizer que o consumo de água vai muito além do necessário e que ela vem sendo literalmente desperdiçada.

      A ONU recomenda um consumo de 110 litros de água diários por pessoa, como sendo o adequado para as necessidades de consumo e higiene, mas a Sabesp alerta que muitos brasileiros gastam mais de 200 litros por dia. Esse desperdício, de uma única pessoa ao longo da vida, encheria uma piscina olímpica!

      Mas, será mesmo que pequenas mudanças geram grandes transformações?

Vejamos alguns exemplos:

      - Se todos os moradores do Brasil fecharem a torneira ao escovar os dentes, a água economizada durante um mês equivalerá a um dia e meio do volume de água nas Cataratas do Iguaçu!

      - Se apenas duas pessoas em cada casa da Grande São Paulo reduzir em apenas cinco minutos o tempo de água corrente no banho, 13,4 bilhões de litros de água serão economizados por mês. Água suficiente para abastecer, no mesmo período, uma população de 2,9 milhões de habitantes - mais do que a cidade de Salvador.

      Definitivamente, sim! Pequenas mudanças geram grandes transformações.

Quatro pequenas mudanças possíveis:

1. Tomar banhos mais rápidos:

Imagine uma cidade de 100 mil habitantes. Se metade desta população (50 mil) reduzir o tempo do banho diário de ducha de 15 para 5 minutos ao longo de um ano, a água economizada será suficiente para abastecer todas as necessidades de água de todos os habitantes dessa cidade por mais de 7 meses e meio.

2. Fechar a torneira ao escovar os dentes:

      Uma única pessoa pode economizar 1,865 milhão de litros de água ao longo da vida simplesmente escovando os dentes com a torneira fechada. Se duas pessoas fizerem isso ao longo da vida a quantidade de água economizada equivale a uma piscina olímpica e meia. Se 1 milhão de pessoas fecharem torneira para escovar os dentes em um mês, a quantidade economizada equivale a 12 minutos de água caindo das Cataratas do Iguaçu.

Fonte da imagem: http://monica.com.br 

3. Não usar mangueira para lavar a calçada:


      Ao invés de usar a mangueira, reutilize a água que sai do enxágue da máquina de lavar para lavar a calçada de sua casa. Se você fizer isso uma vez por semana, economizará mais de 14 mil litros de água por ano, o equivalente a um caminhão pipa e meio cheios de água!

      Essas são apenas as contribuições mais comuns para economizar água. Mas lembre-se de que sempre podemos fazer mais! Veja a campanha da ONU para marcar o ano internacional de cooperação pela água:


Texto disponível em: <http://www.unwater.org/water-cooperation-2013/en/>

Ana Carolina de Assis Rocha